Nascido em Araraquara no dia 20 de outubro de 1962, teve suas habilidades artísticas estimuladas dentro de casa pelos seus familiares durante a infância,
sendo Arquitetura o curso escolhido desde cedo. Durante o período de 1980 a 1984 morou em Mogi das Cruzes para cursar Arquitetura na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Participou da sociedade mogiana criando laços e se envolvendo com os problemas do cotidiano da cidade. Desenvolveu vários projetos nesse período, sendo destaques sua participação na elaboração da “Casa da Fazendinha”, do antigo “Casarão do Chá” localizado na região, um estudo minucioso na “Red House” – uma residência inglesa -, entre muitos outros.
Idealista por natureza, participou de várias atividades filantrópicas dentro e fora da universidade. Em 1985, de volta a Araraquara, iniciou suas atividades como arquiteto-construtor em sua cidade natal.
Em setembro de 1995, saiu da empresa de construção civil e abriu um escritório próprio de Arquitetura. Participou como sócio-fundador do IABar (Instituto dos Arquitetos do Brasil – região Araraquara), participou diretamente da AAEAA (Associação Araraquarense de Engenharia e Arquitetura Agronomia) e do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). Fez vários cursos pelo Brasil e tambem fora: Alemanha, Suiça, Espanha, Áustria, Itália, Chile, França, Estados Unidos e outros países, conhecendo outras culturas e aprendendo suas técnicas de organização de materiais e costumes. Entre outras atividades, propôs novas alternativas de construção com menor custo e maior originalidade. Seus trabalhos se destacam pela proposta do inesperado, do não-tradicional, usando materiais "in natura". Desenvolveu uma linha mestra do uso de tijolos antigos por meio da técnica do “lavado”(técnica inglesa, adaptada ao nosso clima e à nossa cultura), o reaproveitamento do material que pode ser reciclado dentro da própria obra, diminuindo assim o desperdício de materiais, tais como dormentes de trem e tijolos antigos de desmanche, materiais que iriam, sem dúvida, para o lixo, não fossem a criatividade e a preocupação ecológica do arquiteto. A criação de uma assinatura própria estimula novos arquitetos a seguir pelo mesmo caminho.
Durante os anos de 2000 e 2001 foi Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano da cidade de Araraquara, sendo responsável por obras como a revitalização do Parque Pinheirinho, a reativação do Teatro de Arena, entre muitos outros.
Seu trabalho pode ser conferido e apreciado em obras de acesso público (dentre inúmeras outras obras privadas):